Irregularidade pode ter tirado outro ouro para o Brasil na natação

A melhor campanha brasileira em Mundiais de Esportes Aquáticos de todos os tempos, a deste ano em Roma, poderia ter sido maior ainda. Um movimento irregular pode ter dado vantagem ao nadador que venceu a prova dos 50 metros peito.
O brasileiro Felipe França, que sempre teve fama de bad boy, ficou com a medalha de prata na prova. Só que mais encrenqueiro ainda foi o seu treinador, Arilson Soares, que declarou nesta segunda-feira (3) a irregularidade de Cameron Van der Burgh, o vencedor da prova.
Soares, entretanto, foi cauteloso ao dizer que não tem provas para contestar o ouro de Van der Burgh, mas que muitas pessoas que viram as imagens da câmera subaquáticas disseram que o sul-africano deu duas ‘golfinhadas’, o que é ilegal de acordo com as regras da Federação Internacional de Natação (Fina).
‘Golfinhada’ é o movimento simultâneo e propulsivo realizado na vertical durante a braçada. De acordo com o regulamento, é permitido que o nadador de estilo peito execute apenas uma golfinhada.